
Já foi aprovado o Orçamento e as Grandes Opções do Plano do Município de Viana do Alentejo para o ano de 2026 num valor global de cerca de 17 milhões e 900 mil euros.
Luís Metrogos, presidente da Câmara Municipal de Viana do Alentejo, em declarações á RNA, referiu que “o orçamento apresentado para 2026 está fortemente condicionado pelos compromissos assumidos pela anterior gestão, que entendemos como normais, e que são compromissos que teremos que honrar naturalmente. Estes compromissos não nos permitem colocar em prática todos os investimentos que tínhamos perspetivado, mas é um compromisso e temos que os assumir. Paralelamente a isto, a atualidade económica coloca os municípios perante mais responsabilidades, menos margem financeira e maiores exigências por parte das populações. Portanto, de forma a mitigar estes efeitos, queremos assumir um compromisso com uma gestão financeira rigorosa, plenamente atempada, a médio e longo prazo, e uma forte captação de fundos comunitários nos parecem essenciais para termos uma melhor gestão dos serviços públicos e com uma grande proximidade à população”.
“De entre as prioridades destacaria a revisão do projeto de requalificação do Jardim Público do Rossio de Viana do Alentejo. Queremos muito iniciar essa revisão e fazer uma candidatura a fundos comunitários para a obra. Destacaria também o início de um processo que pretendemos levar à discussão pública para um projeto para o Jardim de Alcáçovas também. Para esse caso ainda não existe nenhum projeto e portanto temos que começar o processo de novo. Depois o lançamento de duas empreitadas que já estão na calha para avançarem, uma para a requalificação da Escola Básica de Aguiar, estamos neste momento a fazer a avaliação das propostas enviadas pelos empreiteiros. E o lançamento da empreitada do novo quartel da GNR para a Viana do Alentejo, em que neste caso estamos a aguardar o visto do Tribunal de Contas. E depois destacaria também aquilo que queremos fazer na revisitação dos projetos da regeneração urbana, porque têm que ser reformulados para o ciclo urbano da água. E para além disso, queremos também desenvolver um plano de recuperação e manutenção das nossas estradas municipais, que neste momento estão com condições de segurança muito precárias, com várias necessidades de intervenção”, acrescentou.
Luís Metrogos, salientou ainda que “a proposta de IMI foi a taxa mínima possível, 0,3%, e as deduções máximas possíveis para as famílias com agregados. Refiro-me a quem tem um agregado, a dedução vai ser fixa de 20€, quem tem duas pessoas dependentes, a dedução fixa será de 40€, e para quem tem três ou mais dependentes a cargo, a dedução será de 70€. Para além disso mantivemos a taxa variável aplicada ao IRS de 2,5%, dar também uma última nota sobre que apesar de termos tido o orçamento aprovado em reunião de Câmara Municipal e também em Assembleia Municipal, o mapa pessoal foi reprovado pela oposição, e portanto, nesse sentido, vamos ter de apresentar uma nova proposta, e que perspetivemos levar naturalmente a reunião de Câmara também, e que apelamos também ao bom senso da oposição para que ele possa ser aprovado, para que na próxima Assembleia Municipal ele também seja incluído na ordem de trabalhos, que será previsivelmente em Fevereiro”.














