
A ACOS – Associação de Agricultores do Sul promove, no próximo dia 11 de novembro, nas suas instalações, a comemoração do Dia Nacional das Raças Autóctones, com uma mesa-redonda dedicada à valorização das raças tradicionais e um almoço-convívio com produtos regionais.
A iniciativa é organizada em parceria com seis associações ligadas à criação e preservação de raças autóctones: a Associação de Criadores do Porco Alentejano (ACPA), a Associação de Agricultores do Campo Branco (AACB), a Associação de Criadores de Bovinos Mertolengos (ACBM), a Associação de Criadores de Bovinos de Raça Alentejana (ACBRA), a Associação Portuguesa de Caprinicultores da Raça Serpentina (APCRS) e a Associação Nacional de Criadores de Raça Merina (ANCORME). O evento conta com o cofinanciamento do projeto Pastonatur.
“Como valorizar as raças autóctones?” é o tema da mesa-redonda, com início marcado para as 10h30, que reunirá representantes de várias raças da região, num debate sobre a importância destes recursos pecuários e a sua valorização.
Participam António Aires, da AACB, em representação da raça bovina Garvonesa; Nuno Faustino, da ACPA; Miguel Madeira, da ACOS, ligado à raça ovina Campaniça; Carolina Maio, da ACBM e da Promert – Agrupamento de Produtores de Bovinos Mertolengos; António Cachatra, da APCRS; e Rafael Silva, da ANCORME.
A moderação estará a cargo de Claudino Matos, diretor-geral da ACOS e secretário técnico da raça ovina Campaniça, e de María Bastidas, da ADPM – Associação de Defesa do Património de Mértola, em representação do projeto Pastonatur.
A comemoração contará ainda com a presença de criadores das diferentes raças autóctones da região, deputados, representantes de organismos oficiais ligados à agropecuária, técnicos e investigadores.
O programa termina com um almoço-convívio destinado à degustação de produtos derivados de várias raças do Alentejo, cedidos pelas associações participantes. A confeção estará a cargo do chef João Mourato.
A iniciativa integra também as atividades do Ano Internacional das Pastagens e dos Pastoralistas 2026, instituído pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), reforçando a importância da valorização dos sistemas de produção tradicionais e da preservação das raças autóctones.
















