
A Sociedade Filarmónica Carlista de Montemor-o-Novo está presente na Feira da Luz/ExpoMOR 2026, aproveitando o certame para dar a conhecer o trabalho da coletividade e, sobretudo, reforçar a mensagem de que a instituição continua de portas abertas à comunidade.
Em declarações à Rádio Nova Antena, a presidente da direção, Maria Emília Couto, explicou que um dos principais objetivos desta presença é mostrar que a Carlista está ativa e quer voltar a aproximar-se da população. “O principal objetivo é mostrar que estamos vivos, que estamos de portas abertas. Queremos muito pôr a Carlista a mexer”, afirmou.
A responsável sublinha que a instituição pretende atrair mais pessoas, independentemente de serem ou não associadas. “Não fazemos distinção de ninguém. Portanto, toda a gente pode entrar, sócios, não sócios, desde que venham por bem, pode entrar toda a gente.”
No espaço da Carlista na Feira da Luz estão disponíveis diversos artigos alusivos à instituição, entre t-shirts, canetas, porta-chaves, ímanes e lápis, além de alguns objetos personalizados. Entre os artigos encontram-se também porta-chaves feitos à mão por músicos da própria coletividade, numa forma de valorizar igualmente o trabalho e o envolvimento dos elementos da banda.
Ano de desafios e novos projetos
Maria Emília Couto faz um balanço de 2026 marcado por vários desafios, mas também por objetivos concretos para o futuro da instituição.
Um dos principais propósitos passa por manter a banda ativa e de portas abertas, ao mesmo tempo que a direção tem procurado recuperar outros espaços da Carlista. É o caso da sala de jogos, cuja reabertura sofreu alguns atrasos devido à necessidade de reparação de equipamento.
Segundo a presidente da direção, depois de ultrapassados esses problemas, a expectativa é que a inauguração possa acontecer no final de setembro, permitindo que os associados voltem a utilizar aquele espaço.
Captação de jovens continua a ser um desafio
A renovação das gerações é outro dos desafios identificados pela Sociedade Filarmónica Carlista.
A procura de jovens para ingressarem na banda continua a ser uma dificuldade e a direção pretende desenvolver ações junto das escolas para dar a conhecer a escola de música e incentivar novos alunos a experimentar a aprendizagem de instrumentos.
Maria Emília Couto admite que será necessário encontrar novas formas de atrair jovens, nomeadamente através do alargamento da oferta de instrumentos disponíveis.
A presença na Feira da Luz surge, assim, como mais uma oportunidade para a Sociedade Filarmónica Carlista se mostrar, divulgar a sua atividade e convidar a comunidade a aproximar-se de uma instituição histórica de Montemor-o-Novo, num momento em que a direção procura revitalizar a coletividade e garantir a sua continuidade para as próximas gerações.















