
O Município de Viana vai proceder à retirada faseada dos ecopontos, prevalecendo a recolha porta-a-porta de resíduos, implementada, nos últimos anos, no concelho.
O Município irá avançar com um sistema que permite que todos os resíduos seletivos, indiferenciados e biorresíduos, passem a ser recolhidos diretamente porta-a-porta, tornando o modelo mais eficaz e sustentável, proporcionando melhores resultados ambientais.
Luís Metrogos, presidente da Câmara Municipal de Viana do Alentejo, referiu à RNA, que “a opção de reduzir progressivamente o número de ecopontos está integrada na transição para um sistema de recolha seletiva de resíduos, mais eficaz e próximo dos munícipes. Este modelo privilegia a recolha porta a porta, que tem demonstrado ser mais eficiente na separação dos resíduos na origem e, deste modo, contribuir para melhores resultados ambientais e de reciclagem”.
“O sistema baseia-se na entrega de contentores aos munícipes para diversos tipos de resíduos (como papel/cartão, plástico/metal, vidro e biorresíduos), que são recolhidos em dias e horários previamente definidos diretamente junto às habitações ou estabelecimentos. Esta recolha é feita pelos serviços municipais, nos aglomerados urbanos do concelho”, acrescentou.
O autarca salientou ainda que “a recolha porta a porta já foi implementada no concelho desde outubro de 2022 como parte de uma política de gestão de resíduos que prevê este tipo de sistema como um dos meios para aumentar a recolha seletiva. A redução dos ecopontos acompanha a mudança gradual para este novo modelo de recolha, com base na experiência obtida e na necessidade de adaptar os serviços às melhores práticas ambientais”.
“Os principais objetivos são, melhorar a separação de resíduos na origem, facilitando a reciclagem; Reduzir a quantidade de lixo indiferenciado a encaminhar para o aterro; Tornar a recolha mais cómoda e acessível aos munícipes e reduzir deposições indevidas em torno de ecopontos e promover maior higiene na via pública”, reforçou.
“A recolha porta a porta tem mostrado, incluindo noutros municípios e no próprio município no âmbito da Associação de Municípios do Alentejo Central (AMCAL), um aumento significativo de resíduos recicláveis e uma redução na recolha de resíduos indiferenciados, refletindo uma maior participação dos munícipes na separação seletiva”, concluiu o autarca.














