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CLDS 5G Ativar Montemor promove ciclo de tertúlias sobre violência contra a pessoa idosa

O projeto CLDS 5G Ativar Montemor vai promover um ciclo de tertúlias dedicado à temática da violência contra a pessoa idosa, envolvendo diferentes entidades e profissionais ligados à prevenção, saúde e apoio psicológico.

A iniciativa foi apresentada por Idabel Soares, coordenadora do projeto, que explicou que a ação surge na sequência do trabalho já desenvolvido em 2025. “Vamos realizar um ciclo de tertúlias relativo à violência contra a pessoa idosa. Em 2025 tivemos a possibilidade de realizar uma ação nesse sentido e agora decidimos realizar mais e alargar o leque de intervenção”, referiu.

Segundo a responsável, estão previstas três sessões, cada uma com uma abordagem distinta sobre a problemática. “Estão previstas três ações, tertúlias, dinamizações, momentos de partilha, com três perspetivas diferentes. A perspetiva da GNR, a perspetiva da EPA, que é a Equipa de Prevenção da Violência ao Longo do Ciclo de Vida, da saúde, e a perspetiva da psicologia”, explicou.

A primeira sessão realiza-se já na próxima quarta-feira, dia 20, entre as 10h30 e o meio-dia, na Junta de Freguesias da Vila, em Montemor-o-Novo. A participação é gratuita e aberta a toda a comunidade. “Está aberta a toda a população que tenha interesse na temática, não é necessário inscrição e é um evento gratuito”, destacou Idabel Soares.

A coordenadora sublinha ainda que estas tertúlias pretendem envolver diferentes públicos, desde cuidadores a técnicos e familiares de pessoas idosas. “Podem ser cuidadores formais e informais, podem ser técnicos das instituições, podem ser pessoas que simplesmente têm interesse na área porque já têm idade ou porque têm pais ou avós nessas idades e, acima de tudo, pessoas que tenham interesse em estar mais informadas”, afirmou.

As sessões decorrem num formato de mesa redonda, privilegiando o diálogo e a partilha de experiências entre participantes e especialistas. “Há alguém que dinamiza, mas há espaço para perguntas e para partilha de experiências”, explicou a responsável, acrescentando que as tertúlias anteriores “têm sido muito úteis e muito vantajosas exatamente por este tipo de metodologia, porque permite a partilha”.

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