
O Espaço do Tempo, em Montemor-o-Novo, abre candidaturas para a 7.ª edição das Bolsas de Criação na área das Artes Performativas Contemporâneas, com o apoio da Fundação “la Caixa” e em colaboração com o Banco BPI.
Consideradas uma das mais robustas bolsas de criação artística em Portugal, as Bolsas de Criação d’O Espaço do Tempo já contribuíram, ao longo das seis edições anteriores, para o desenvolvimento e apresentação de 30 projetos originais, ajudando a mapear o atual panorama das artes performativas.
Nesta 7.ª edição será atribuído um montante global de 100 mil euros, distribuído por quatro bolsas de 25 mil euros cada.
As quatro criações selecionadas terão estreia absoluta n’O Espaço do Tempo, em novembro de 2027, no âmbito do #ETFEST. As apresentações estão previstas para os dias 12 e 13 ou 26 e 27 de novembro, depois de duas semanas de residência artística. Cada projeto terá direito à estreia e a uma segunda apresentação no âmbito da bolsa.
O júri desta edição é composto por Cláudia Galhós, curadora da BoCA – Bienal de Artes Contemporâneas 2027; Elisabetta Bisaro, programadora artística e futura diretora artística d’O Espaço do Tempo; Gaya de Medeiros, coreógrafa e fundadora da BRABA.Plataforma; Rui Torrinha, gestor cultural e programador artístico; e Sónia Fernandez Lage, diretora artística do Graner – Centre de Creació de Dansa i Arts Vives, em Barcelona.
Entretanto, a edição deste ano do #ETFEST, em novembro, vai apresentar os quatro projetos vencedores da 6.ª edição das Bolsas de Criação d’O Espaço do Tempo.
“Se o Profundo Estivesse na Superfície”, de Bruno Brandolino, e “I-Hón”, de Natacha Campos, serão apresentados nos dias 13 e 14 de novembro. Já “Heroas do Mar”, d’As Docinhas, e “Uma Cela em Urano, Lisboa (1980)”, de Lila Vivo, sobem ao palco nos dias 27 e 28 de novembro.















