
A Concelhia do Partido Socialista de Odemira manifestou publicamente a sua discordância com as recentes declarações e exigências do vereador do Chega relativamente a processos urbanísticos que envolvem o cidadão Luís Neves no concelho.
Em comunicado, os socialistas defendem que o Município de Odemira e o executivo municipal têm conduzido o processo “com seriedade, rigor, transparência e tranquilidade”, sublinhando que se trata de um procedimento urbanístico “como qualquer outro”, desenvolvido no estrito cumprimento da legislação e dos regulamentos em vigor.
O PS sustenta ainda que o município “não concede privilégios nem promove perseguições”, assegurando que qualquer cidadão é tratado de forma igual perante a lei, independentemente das funções públicas ou políticas que exerça.
No mesmo documento, a concelhia socialista critica a exigência do vereador do Chega de participar numa eventual reunião técnica sobre o processo, considerando que essa posição representa uma demonstração de desconfiança para com os técnicos municipais.
“O trabalho dos técnicos do Município de Odemira rege-se pela isenção e pela legalidade”, refere o comunicado, acrescentando que estes profissionais não necessitam de ser “tutelados” ou “fiscalizados” por responsáveis políticos.
A estrutura local do PS questiona ainda as motivações e o conhecimento do vereador do Chega sobre o processo em causa, considerando que a sua atuação procura sobretudo protagonismo político.
A concluir, o Partido Socialista reafirma o compromisso de continuar a defender uma atuação autárquica assente na igualdade de todos os cidadãos perante a lei, na valorização dos trabalhadores municipais e na defesa dos interesses do concelho, apelando ao respeito pelas instituições e rejeitando aquilo que classifica como “chicanas políticas” e “exibições demagógicas”.















