
A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo (CCDR Alentejo, I.P.) vai receber, durante o mês de agosto, o ciclo de cinema ao ar livre “Cinema na Casa de Burgos – Mostra de Obras de Jovens Cineastas de Évora”, uma iniciativa promovida pelo Cinema-fora-dos Leões e pela Sociedade Operária de Instrução e Recreio Joaquim António d’Aguiar (SOIR), com o apoio da CCDR Alentejo.
A iniciativa decorrerá nas noites de quinta-feira, dias 6, 13, 20 e 27 de agosto, sempre às 21h30, no Pátio da Casa de Burgos, em Évora, com entrada livre. O objetivo passa por dar visibilidade à criação cinematográfica emergente, através da exibição de curtas e longas-metragens realizadas por jovens autores ligados à cidade de Évora, promovendo simultaneamente o contacto direto entre os realizadores e o público.
Após cada sessão, haverá uma conversa com os cineastas, criando um espaço de partilha e reflexão sobre as diferentes linguagens e perspetivas do cinema contemporâneo produzido pelas novas gerações.
Ao associar-se a esta iniciativa, a CCDR Alentejo reforça o seu compromisso com a dinamização cultural do território, a valorização dos jovens talentos e a promoção de uma oferta cultural acessível à comunidade.
O programa arranca no dia 6 de agosto com a exibição de “Memórias dos Bonecos de Santo Aleixo no Alentejo Central”, de Carolina Lecoq (2026, 30 minutos), seguindo-se “Lá Longe”, de David Mira (2022, 36 minutos).
No dia 13 de agosto, serão exibidos “Onde Nascem os Pirilampos”, de Clara Vieira e Baltasar Cruz (2026, 18 minutos), “Dias de Cama”, de Tatiana Ramos (2023, 20 minutos), e “Bunker ou contos que ouvi depois do mundo acabar”, de João Estrada e Diogo Caetano (2020, 38 minutos).
A sessão de 20 de agosto será dedicada ao documentário “Agroecologia em Movimento”, da Outros Ângulos Produções (2026, 90 minutos).
O ciclo encerra no dia 27 de agosto com a exibição de “Um Ramadão em Lisboa” (2019, 68 minutos), realizado por Carlos Lima, Amaya Sumpsi, Catarina Alves Costa, Joana Lucas, Raquel Carvalheira e Teresa Costa.
Segundo a organização, o ciclo constitui uma oportunidade para conhecer novos olhares sobre o território, a memória, as transformações sociais e os desafios contemporâneos, através de obras que refletem a diversidade temática e estética da nova produção cinematográfica ligada à cidade de Évora.















