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Regimento de Artilharia N.º 5 forma novos operadores de drones

O Regimento de Artilharia N.º 5 (RA5), em Vendas Novas, concluiu o 2.º Curso de Operador do Sistema Aéreo Não Tripulado (SANT) RAVEN B DDL de 2026, realizado entre 10 de agosto e 4 de setembro, reforçando a capacidade do Exército Português para o emprego de drones em missões de vigilância, reconhecimento e aquisição de objetivos.

A formação envolveu três militares e combinou componentes teóricas e práticas, permitindo aos formandos adquirir e consolidar conhecimentos relacionados com a preparação, planeamento e execução de missões através de sistemas aéreos não tripulados.

Ao longo de várias semanas, os militares receberam formação sobre a operação do RAVEN B DDL, segurança de voo, exploração dos sensores e procedimentos associados ao emprego operacional do sistema. A componente prática incluiu a realização de diversas missões de voo, em diferentes cenários, possibilitando a aplicação dos conhecimentos adquiridos e o aperfeiçoamento dos procedimentos de operação.

O RA5 assume um papel central na formação do Exército nesta área, sendo responsável pela qualificação de operadores de sistemas aéreos não tripulados e pelo desenvolvimento desta capacidade. A formação de novos militares permite aumentar o número de operadores habilitados e, consequentemente, a disponibilidade desta valência para apoiar as operações terrestres.

A utilização de drones tem vindo a ganhar importância no moderno campo de batalha, nomeadamente em missões de vigilância, reconhecimento, observação, aquisição de objetivos e apoio à condução das operações. Neste contexto, a existência de operadores devidamente qualificados constitui um elemento essencial para assegurar o emprego eficaz destes sistemas.

A capacidade desenvolvida pelo RA5 tem também expressão no âmbito das Forças Nacionais Destacadas. Militares formados na unidade encontram-se atualmente integrados em missões no estrangeiro, designadamente na Roménia e na Eslováquia, no âmbito da NATO, e na República Centro-Africana, no âmbito das Nações Unidas.

Com a conclusão de mais uma edição do curso, o Regimento de Artilharia N.º 5 contribui para o reforço da capacidade de operação de sistemas aéreos não tripulados do Exército Português, acompanhando a crescente importância destas tecnologias e a necessidade de preparar a Força Terrestre para os desafios operacionais do futuro.

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