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Surto de doença respiratória num lar de Estremoz faz quatro vítimas mortais

A Unidade Local de Saúde do Alentejo Central (ULSAC) atualizou a informação relativa ao surto de doença respiratória registado num lar do concelho de Estremoz, onde foi identificada laboratorialmente infeção pelo Vírus Influenza A.

De acordo com a atualização divulgada pela ULSAC, dos sete utentes que deram entrada no Serviço de Urgência Polivalente, dois faleceram ontem. A infeção por Vírus Influenza A foi confirmada laboratorialmente apenas num dos dois casos.

Os restantes cinco utentes continuam no Hospital. Três encontram-se internados, enquanto os outros dois permanecem estáveis no Serviço de Urgência Polivalente, sem necessidade de internamento hospitalar, estando prevista a sua alta nas próximas horas.

O surto tinha sido inicialmente identificado num lar do concelho de Estremoz, que acolhe 38 utentes. Segundo a informação anteriormente divulgada pela ULSAC, 20 apresentavam sintomatologia e encontravam-se estáveis e sob vigilância.

Entre domingo e quarta-feira tinham sido registados dois outros óbitos entre os utentes do lar. Na altura, nenhum desses casos apresentava confirmação laboratorial de infeção pelo Vírus Influenza A, pelo que não era possível estabelecer uma relação entre as mortes e o agente identificado.

Com os dois óbitos entretanto registados no hospital, sobe para quatro o número de mortes entre os utentes do lar desde o início da ocorrência, embora a ULSAC saliente que a infeção por Influenza A apenas foi confirmada laboratorialmente num dos dois doentes que morreram hoje.

A Autoridade de Saúde Local da ULSAC mantém-se em articulação com o lar, tendo sido determinadas medidas de isolamento, proteção individual e higienização. A equipa de Vigilância Epidemiológica do Departamento de Saúde Pública continua também a acompanhar a evolução da situação e a verificar a implementação das medidas recomendadas.

A ULSAC apresentou as suas condolências aos familiares dos utentes falecidos e afirma que continuará a acompanhar atentamente a evolução do surto, comprometendo-se a divulgar nova informação sempre que existam desenvolvimentos relevantes.

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