
Arrancou ontem a 17.ª edição da Cidade “Preocupada”, iniciativa promovida pela , que decorre até ao dia 28 de junho, ocupando vários espaços de e da aldeia de com uma programação centrada na criação artística, experimentação e pensamento contemporâneo.
O evento assume-se como uma proposta multidisciplinar de cariz cultural e recreativo, onde se cruzam diferentes linguagens artísticas e abordagens conceptuais, procurando promover novas formas de olhar e interpretar o território e as práticas artísticas atuais.
O primeiro dia ficou marcado pela inauguração de exposições e apresentações que mobilizaram diferentes públicos e espaços culturais da cidade. Na Galeria Municipal de Montemor-o-Novo, foram inauguradas as exposições “Ensaios para uma etnografia do solo”, de Daniela Rodrigues, e “Caldeira – Gestos Transviados”, do coletivo Esquadrão Camarão.
Seguiu-se, na Blackbox d’, a apresentação de “Jejum #41”, pelo Coletivo Casa Amarela, reforçando a diversidade de propostas artísticas presentes nesta edição.
A noite encerrou nas instalações da , com o arranque de “Noites Curtas”, uma mostra de performances teatrais de curta duração que reúne doze criações distribuídas por quatro sessões, entre 17 e 20 de junho, sempre às 21h30.
Na primeira noite subiram ao palco as peças “Sem Papéis”, de Milena Levit, “Humanoids must not escape”, de Ana Vilela da Costa, e “Man O’War”, de Leonor Cabral, dando início a um ciclo de programação centrado na experimentação cénica.
Até 28 de junho, a Cidade “Preocupada” continuará a transformar Montemor-o-Novo e Casa Branca num espaço de encontro entre artistas, comunidade e novas práticas de criação contemporânea, reforçando o papel do evento como plataforma cultural no panorama regional.














