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Guia da DECO para 2026, com pequenos hábitos para transformar a sua saúde financeira

O início de 2026 apresenta-se como a oportunidade ideal para os consumidores abandonarem o improviso financeiro em prol de um planeamento consciente e sustentável.

De acordo com as recomendações da DECO, o processo deve começar pela análise detalhada da realidade financeira, através do registo de todas as despesas durante um mês, permitindo identificar onde é possível otimizar recursos e eliminar gastos esquecidos. Um dos pilares fundamentais desta estratégia é a inversão da lógica de poupança: em vez de guardar apenas o que sobra ao fim do mês, o consumidor deve adotar o hábito de “pagar-se a si próprio primeiro”, automatizando uma transferência mensal para uma conta de poupança logo após receber o seu rendimento.

Além da gestão direta do rendimento, o “Guia Prático de Planeamento e Objetivos Financeiros para 2026” da DECO foca-se no controlo do consumo quotidiano, sugerindo a “regra dos 30 segundos” para evitar compras por impulso e um planeamento rigoroso das idas ao supermercado, o que pode representar uma poupança na fatura entre 30% a 50%.

Outro objetivo central para o novo ano deve ser a constituição ou reforço de um fundo de emergência, idealmente equivalente a três ou seis meses de despesas essenciais, para garantir proteção contra imprevistos e evitar o recurso a créditos. Para a DECO, a estabilidade financeira não depende de medidas radicais, mas sim de uma maratona de decisões consistentes e objetivos realistas que assegurem um futuro financeiro equilibrado e livre de stress.

Tudo para saber sobre o assunto na edição desta semana da rubrica da DECO, com Helena Guerra, do Gabinete de Inovação e Projetos da Associação para a Defesa do Consumidor. Para ouvir no podcast abaixo:

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