
Na sequência da detenção efetuada fora de flagrante delito por iniciativa da PSP de Évora, o Ministério Público apresentou, a primeiro interrogatório judicial, na passada segunda-feira, dia 5, um arguido, de 63 anos, português, indiciado pela prática do crime de violência doméstica agravada, de que foi vítima a ex-companheira, com 59 anos, também de nacionalidade portuguesa.
Os factos ocorreram em diversos locais e, maioritariamente, em Évora, onde residiam.
Encontra-se fortemente indiciado que, no decurso do relacionamento, que perdurou desde 2020 até outubro de 2025, o arguido maltratava a vítima, mediante agressões físicas e psíquicas.
Após a separação, em outubro de 2025, e com o objetivo de forçar o reatar do relacionamento, até ao final do mês de dezembro, o arguido encetou intensa perseguição à vítima, inclusive dirigindo-lhe ameaças de morte.
Realizado o interrogatório, e verificados os perigos de continuação da atividade criminosa, de perturbação do inquérito e de fuga, o Ministério Público promoveu a aplicação da medida de coação de prisão preventiva, estatuto coativo que mereceu a concordância do juiz de instrução criminal.
As investigações prosseguem sob a direção da 2.ª secção especializada do DIAP de Évora, com a coadjuvação da PSP de Évora.














