Mel no Mercado no próximo sábado em Montemor-o-Novo

No próximo sábado, dia 5 de fevereiro, das 9 horas às 12 horas, os produtores locais de mel vão estar no Mercado Municipal de Montemor-o-Novo, de forma a dar a conhecer este produto característico do concelho.

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Para além do  Mel existem ainda outros produtos na colmeia, em que as abelhas têm um papel fundamental, como pólen, própolis e geleia real, que são cada vez mais valorizados e procurados pelas suas propriedades nutritivas e medicinais.

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Sessão dos Leitores Online do Alentejo Central é dia 23

A segunda sessão da Comunidade de Leitores Online do Alentejo Central acontece no próximo dia 23, quarta-feira, pelas 21 horas, em formato online, uma iniciativa inserida no Plano de Atividades da RIBAC – Rede Intermunicipal de Bibliotecas do Alentejo Central.

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Esta sessão será sobre a “História de um caracol que descobriu a importância da lentidão”, de Luís Sepúlveda. As vagas para participar são limitadas e devem ser feitas inscrições através do email clacalentejo@gmail.com ou presencialmente na Biblioteca Municipal de Montemor-o-Novo.

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Município de Montemor promove Cebola Roxa

Decorreu no passado sábado, dia 29 de Janeiro, a iniciativa “Promoção Cebola Roxa Montemor”, no âmbito do “Ao Sabor da Estações 2021/2022”, no Mercado Municipal de Montemor-o-Novo, um conjunto de ações com o objetivo de promover e divulgar este produto endógeno do concelho e os atuais produtores.

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Olímpio Galvão, Presidente da Câmara Municipal, entregou durante a manhã, vales de cebolo aos produtores do concelho para a campanha de produção de 2022 do projeto Cebola Roxa. Decorreu ainda um atelier para pais e filhos sobre afetos e sentidos “A cebola dos afetos”, que permitiu “construir” uma cebola com as suas várias camadas, “brincar” com os sentidos e partilhar de afetos. Deu-se ainda a conhecer o chutney de cebola roxa, uma forma diferente de cozinhar e servir este produto.

Durante este dia foi confirmada a inclusão da cebola roxa Montemor-o-Novo, na Arca do Gosto, da Fundação Slow Food para a Biodiversidade, uma candidatura apresentada pela Slow Food Alentejo. Esta foi aprovada pela Comissão Internacional da Arca do Gosto em dezembro de 2021. A Arca do Gosto é um catálogo online de produtos agroalimentares de qualidade que se encontram em perigo de extinção a nível mundial.

A Cebola Roxa de Montemor-o-Novo é característica do concelho há várias gerações, sendo um produto bastante procurado, em especial durante a Feira da Luz, mas é uma variedade que corre o risco de desaparecer devido à quantidade limitada de produção, uma vez que esta depende do número

de produtores que produzem sementes, da quantidade de sementes e, consequentemente, da quantidade de cebolas plantadas.

Para evitar que este produto se perca, o Município de Montemor-o-Novo, em parceria com o MED – Instituto Mediterrâneo para a Agricultura, Ambiente e Desenvolvimento da Universidade de Évora, estão desde 2020 a desenvolver um projeto de revitalização deste produto, sendo uma das vertentes a comparticipação do cebolo para plantação.

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“Bonecos do Mercado” estreia dia 12 em Montemor

“Bonecos do Mercado”, a nova produção da Alma d’Arame estreia, no próximo sábado, dia 12 de fevereiro, às 10h30, no Mercado Municipal de Montemor-o-Novo.

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“Bonecos do Mercado” é um espetáculo multidisciplinar inspirado nos tradicionais teatros de marionetas itinerantes que percorriam mercados, feiras e certames, e em todo o universo de personagens e objetos que os habitavam.

A entrada é livre mas carece de marcação antecipada, e deve ser feita para o email almadarame@gmail.com, ou através do 927 595 232, uma vez que a lotação para assistir o espetáculo é limitada.

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Projeto “Dentes de Leão” mobiliza jovens de Évora na área das artes participativas

Évora integra o projeto Dentes de Leão, através da Associação Pó De Vir A Ser. Este é um projeto, no âmbito das artes participativas, que mobiliza jovens artistas do Sardoal, Évora e Lisboa, para a criação artística e processos colaborativos.

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Mariana Passos, dos órgãos da direção da Associação Pó de Vir a Ser, explica que este projeto é financiado pelo mecanismo de financiamento EEA Grants que têm três países dadores: a Islândia, Noruega e Liechtenstein, e que aposta “em financiamento de projetos artísticos baseados em territórios de baixa densidade, como é o caso de Évora e Sardoal”.

Relaciona estes três territórios, com densidades diferentes, convocando jovens, entre os 15 e 18 anos, destes três territórios, “para participarem com jovens artistas com menos de 40 anos que residam nos distritos de Évora, Santarém e Lisboa num processo partilhado e próximo de criação de projetos artísticos de artes participativas”.

No caso desta associação eborense, dedica-se “à escultura em pedra, num espaço de criação artística, mas trabalha também uma noção alargada a escultura enquanto mecanismo de ação, onde todos podem esculpir a realidade”, revela Mariana Passos, adiantando que “a associação Materiais Diversos em Santarém, e a Culturgest que trabalha a partir de Lisboa, sendo os três parceiros que deram arranque ao desenho da candidatura e convocaram outros parceiros como, o município de Sardoal e de Évora, Universidade Nova de Lisboa, a Universidade de Évora, mas também parceiros dos países dadores”.

Mariana Passos adianta ainda que no total são 12 jovens e 11 artistas que, em cada território, que vão participar no projeto. Já estiveram juntos em Sardoal e em Évora, “havendo jovens de Santana do Campo, Arraiolos, Montemor-o-Novo, entre outros que responderam a uma convocatória, e foram selecionados pelos mediadores, tendo este projeto uma mediadora, em cada território para trabalhar com os jovens”.

Relativamente às atividades, “os participantes vão decidir o que acontece, onde e quando, e como se relacionam com o território e vão se encontrar todas as semanas para o explorar, e partilhar com o grupo de artistas quais as suas expectativas, visões e necessidades e recursos que eles apontam no território como relevantes e vão estar em contacto com os artistas que estão nestes territórios a realizar residências artísticas”.

Um curso de artes participativas, também integra o projeto e terá lugar em cada um destes territórios, em que “é objetivo refletir e capacitar as pessoas que tenha interesse nesta área neste sentido, desenhado para ir de encontro às vontades dos participantes e atividades serão decididas em colaboração, dando voz às necessidades e desejo das pessoas que participam”, revela ainda Mariana Passos.

O projeto “Dentes de Leão” desenvolve-se até maio de 2023, em Évora, Sardoal e Lisboa.

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Thierry Redondo admitido na Orquestra Gulbenkian

O músico da Banda Filarmónica Simão da Veiga da Casa do Povo de Lavre, Thierry Redondo, é o vencedor do concurso de admissão para Trombone Baixo na Orquestra Gulbenkian. Esta é uma orquestra portuguesa sediada em Lisboa, fundada em 1962, pela Fundação Calouste Gulbenkian, sendo uma das mais conceituadas do país.

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O jovem músico, de 27 anos explica que esta “foi uma audição para o lugar de solista B, de trombone baixo, da Gulbenkian”, uma posição dentro do naipe de trombones da orquestra, sendo para o trombonista “um sonho tornado realidade, porque para nós músicos portugueses, como temos tão poucas orquestras em Portugal e temos tão bom nível”, chegar até aqui é o reconhecimento do trabalho enquanto músico profissional. Thierry Redondo está na Alemanha há cinco anos, no entanto, sempre foi um “objetivo de vida, quando um dia essa posição abrisse (de solista B, de trombone baixo), eu teria de concorrer”. O músico passou por três rondas de audição, onde foi ouvido por um numeroso e aclamado júri, chegando até à final, que acabou por vencer.

O músico, que começou a estudar trombone na Banda Filarmónica Simão da Veiga da Casa do Povo de Lavre, em Lavre, Montemor-o-Novo, “com aproximadamente nove anos” começou por “ter aulas de solfejo e uns meses depois pude escolher um instrumento, sempre quis trombone”, surgindo assim esta paixão. Mais tarde, em 2011/2012, teve a oportunidade de prestar provas para ingressar na Escola Profissional Metropolitana de Lisboa, “com o professor Reinaldo Guerreiro”, tendo terminado e feito provas, novamente, “para a universidade, também na Metropolitana, na Academia Nacional Superior de Orquestra”, onde concluiu a “licenciatura, também com o professor Reinaldo Guerreiro”.

Após terminar a licenciatura, “com muitos apoios da família e amigos”, Thierry Redondo decidiu sair do país para prosseguir os estudos, “para fazer mestrado fora de Portugal e também para alargar os meus horizontes, conhecer outras pessoas, outras técnicas da música”, revela. Thierry acabou por entrar, em mestrado, em 2017, na Hochschule für Musik und Theater ” Felix Mendelssohn Bartoldy” em Leipzig, na Alemanha, sob orientação do professor Thomas Leyendecker, trombonista baixo da Orquestra Filarmónica de Berlim, no entanto, o músico revela que acabou por não concluir o mestrado pois, “após dois anos fiz uma audição para a Staatskapelle, de Berlim, que foi considerada uma das melhores óperas do ano de 2018”, com direção de orquestra de Daniel Barenboim, ingressando nesse ano. Quanto à experiência enquanto academista da orquestra Staatskapelle, de Berlim, o músico explica que foi um grande impulso enquanto músico.

Assim que surge a oportunidade de entrar na Orquestra Gulbenkian, Thierry Redondo confessa que “o objetivo foi dar tudo, dar o meu melhor, para tentar conseguir juntar-me a esta orquestra fantástica e tive a sorte, o trabalho e o apoio de muita gente”, permitindo-lhe chegar até ao seu objetivo.

Nestes últimos cinco anos, Thierry Redondo tem estado em Berlim, “a trabalhar com variadas orquestras”, todas elas de renome e aclamadas mundialmente, “com diversos maestros e claro, grandes músicos”. No que toca a planos para o futuro, Thierry está “preparado para começar uma nova etapa, com a Orquestra Gulbenkian. É uma orquestra que está atualmente muito jovem”, uma vez que estão a abrir vagas para diversos lugares, algo que não acontecia há 40 anos.

Para o músico “é um prazer imenso poder fazer parte desta orquestra e tentar levar a música erudita a um nível mais alto possível e tentar chegar o mais perto possível do público, tentar trazer um pouco mais de cultura ao nosso país”, deixando ainda o convite e desejos para que, cada vez mais, os portugueses se interessem por este lado da música em Portugal.

Thierry Redondo, o músico de Lavre prepara-se agora para começar a trabalhar na Orquestra da Gulbenkian.

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