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Junta de Freguesia de Silveiras critica redução de serviços no posto médico e exige reposição dos cuidados de saúde

A Junta de Freguesia de Silveiras aprovou uma tomada de posição onde manifesta preocupação com o funcionamento do posto médico da freguesia, considerando “inaceitável” a redução dos serviços de saúde prestados à população.

Segundo o comunicado chegado à RNA, os problemas arrastam-se desde o final de 2025, com a suspensão das consultas médicas, entretanto retomadas apenas no final de abril e início de maio deste ano. Mais recentemente, desde meados de maio, o serviço de enfermagem deixou de funcionar à segunda-feira, passando a estar disponível apenas uma vez por semana.

A autarquia refere que os utentes têm demonstrado junto da Junta o seu desagrado perante esta situação, sublinhando que não houve qualquer aviso prévio sobre a redução do serviço, tanto à população como à própria Junta de Freguesia.

Na tomada de posição, é destacado que uma grande parte dos utentes é constituída por pessoas idosas ou com dificuldades de deslocação, pelo que a diminuição da oferta de cuidados de saúde está a penalizar significativamente a população. A Junta considera ainda que a deslocação dos utentes para a sede da USF Foral não pode constituir uma solução permanente para problemas de organização interna dos serviços de saúde.

Reunida em sessão ordinária a 23 de julho de 2026, a Junta de Freguesia deliberou manifestar solidariedade para com a população de Silveiras e considerar esta situação um atentado ao direito à saúde consagrado na Constituição da República Portuguesa, apelando às entidades competentes para que sejam repostos os serviços de saúde necessários à população da freguesia.

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