Isenção de portagens na A6: saiba como fazer o pedido passo a passo na Via Verde

A isenção de portagem na A6 e na A2 para os residentes no distritos alentejanos abrangidos já está em vigor, mas não é automática. Saibao que deve fazer, em primeiro lugar deve ter um identificador da Via Verde e registar-se no site www.viaverde.pt

Os utilizadores da Via Verde que pretendam beneficiar da isenção de portagens na A6 devem efetuar o pedido através da área de cliente no site oficial. O processo não é automático e exige alguns passos simples, mas obrigatórios, para garantir a validação do benefício.

Passo a passo detalhado:

  1. Aceder ao site
    Entrar no site oficial da Via Verde (www.viaverde.pt).
  2. Iniciar sessão
    Clicar em “Login” e introduzir os dados de acesso à área de cliente.
  3. Entrar na área de apoio
    No menu principal, selecionar a opção “Apoio ao Cliente” ou área de ajuda.
  4. Procurar o serviço
    Na barra de pesquisa ou nas opções disponíveis, escrever “isenção A2/A6” ou localizar o tema relacionado com isenção de portagens.
  5. Aceder ao formulário
    Abrir o formulário próprio para o pedido de isenção.
  6. Selecionar o veículo
    Escolher a matrícula associada ao identificador Via Verde para o qual pretende a isenção.
  7. Preencher os dados
    Inserir todas as informações solicitadas e anexar os documentos necessários.
  8. Submeter o pedido
    Confirmar os dados e enviar o formulário.

Após a submissão, o pedido será analisado e a isenção só entra em vigor depois de aprovada. A Via Verde alerta ainda que é essencial ter o identificador ativo e corretamente associado ao veículo, sob pena de o pedido ser recusado ou atrasado.

Secretário de Estado Silvério Regalado em Rio de Moinhos: “O Governo deve estar junto das populações para celebrar a Portugalidade”

A Feira do Queijo de Borba que se realiza na freguesia de Santiago de Rio de Moinhos, contou na inauguração este fim de semana com a presença do Secretário de Estado da Coesão Territorial, Silvério Regalado, que fez questão de sublinhar a importância da proximidade entre o Executivo e os territórios do interior.

O governante destacou que o convite foi aceite de imediato por considerar fundamental que o Governo acompanhe momentos especiais de celebração da identidade regional. “Considero importante que o Governo esteja junto das populações em momentos especiais para podermos ouvir, mas também para podermos celebrar em conjunto a Portugalidade e a marca de cada um dos seus territórios”, afirmou o Secretário de Estado.

Durante a sua visita, Silvério Regalado focou-se na relevância económica do setor primário e do turismo para o desenvolvimento local, áreas que o Ministério da Economia e Coesão Territorial procura interligar. “Viemos sobretudo comemorar a produção do queijo e olhar para toda a atividade económica que está relacionada com o setor primário e com o turismo. O nosso trabalho é interligar os fatores de produção e o desenvolvimento económico dos territórios com o seu crescimento”, explicou, reforçando que o futuro passará por uma revisão da Lei das Finanças Locais para dar melhores respostas aos municípios e freguesias.

Um dos momentos que mais marcou o governante foi a receção por uma banda filarmónica composta por muitos jovens, algo que classificou como um sinal de esperança para a fixação de populações. “Ver uma banda filarmónica cheia de jovens é sempre um sinal inspirador e encorajador para quem está no Governo. É uma forma de os prender nestes territórios”, confessou Silvério Regalado. No entanto, o Secretário de Estado alertou para a necessidade de o Estado ser consequente nestas políticas de coesão: “Temos é que proporcionar que haja boas escolas, possibilidades de emprego e que haja resposta do Estado a quem quer escolher, neste caso, o concelho de Borba para viver”.

Borba celebra a Páscoa com Feira do Queijo e Festival Gastronómico do Borrego

O concelho de Borba apresenta-se este fim de semana como um dos principais destinos turísticos do Alentejo, aliando as tradições religiosas da Páscoa a uma forte componente gastronómica. O Presidente da Câmara Municipal, Pedro Esteves, destaca a importância da Feira do Queijo, que se realiza mais uma vez em Santiago de Rio de Moinhos, decorre num cenário de clima ideal para atrair visitantes. “É mesmo um fim de semana de Páscoa. Como podem apreciar, o tempo está belíssimo e é uma ótima época para que sejamos visitados”, afirmou o autarca, sublinhando que o evento principal é complementado pelo Festival Gastronómico do Borrego e do Queijo, que conta com a adesão de 14 restaurantes locais.

O autarca reforçou o convite para que o público aproveite a excelência da culinária regional, garantindo que o concelho está preparado para receber os turistas com o que de melhor se produz na terra. “Nós, como trabalhamos aqui muito bem essa iguaria que é o borrego, venham cá provar. Temos o festival gastronómico, temos a Feira do Queijo e temos um fim de semana “cheíssimo” de atividades no concelho”, explicou Pedro Esteves. A programação estende-se até segunda-feira com as celebrações de São Gregório e Santa Bárbara, criando um roteiro completo que une a animação musical de artistas locais e convidados a diversas atividades desportivas e tradicionais.

Para esta edição, a autarquia apostou em melhorias logísticas e na renovação do recinto para elevar a qualidade da experiência dos visitantes. “Tentámos dar uma nova dinâmica ao espaço, como a vedação desta tenda para ter uma situação mais digna. A pouco e pouco vamos tentando inovar para que as pessoas, cada vez que venham, tenham alguma novidade e que se sintam bem aqui, que é o essencial”, destacou o edil. Além dos queijos, os petiscos tradicionais e os enchidos completam a oferta de um certame que, segundo o presidente, promete ser “um fim de semana em cheio”, onde a hospitalidade e os produtos de qualidade são as figuras centrais.

DECO avisa para a necessidade de proteção contra Vendas Agressivas e o perigo das cláusulas abusivas

A celebração de contratos, especialmente em serviços essenciais como água, luz ou telecomunicações, é frequentemente marcada por linguagem técnica hermética e “letras miudinhas” que ocultam exceções e exclusões prejudiciais ao consumidor. Enquanto a obrigação de pagamento é sempre clara, os direitos dos utilizadores acabam muitas vezes “armadilhados” por cláusulas confusas, tornando-se fundamental nunca assinar qualquer documento sem uma leitura cuidadosa e a plena interpretação de todos os seus pontos. É aconselhável que o consumidor leve o contrato consigo para análise externa, pedindo apoio a familiares ou associações especializadas, e mantenha a regra de ouro de jamais assinar documentos em branco, uma vez que a assinatura representa um consentimento legal vinculativo.

A prevenção é igualmente necessária perante táticas de venda insistentes, seja através de contactos telefónicos ou de vendedores que batem à porta com ofertas que parecem “demasiado boas para serem verdade”. Nestas situações, o consumidor não deve ceder à pressão ou a conversas impressionistas, garantindo que possui toda a informação antes de avançar, sob pena de enfrentar processos de rescisão complexos e dispendiosos para as finanças familiares. Estar devidamente informado e questionar cada detalhe junto da empresa são as melhores defesas para assegurar que o contrato reflete um acordo equilibrado e consciente entre ambas as partes.

Tudo para saber sobre o assunto na edição desta semana da rubrica da DECO, com Helena Guerra, do Gabinete de Inovação e Projetos da Associação para a Defesa do Consumidor. Para ouvir no podcast abaixo: