Grupo União Sport vencer Arcoense por 3-0

Este domingo, 22 de março, disputou-se mais uma jornada do Distrital de Seniores da Associação de Futebol de Évora.

Na Elite jogou-se a 16ª jornada, com Grupo União Sport (GUS) a receber e a vencer por 3-0 o Arcoense, com golos de Nené, Rodrigo Vicente e Diogo Cardinhos. Nas restantes partidas da Elite com equipas do concelho de Montemor, o Escouralense foi ao terreno do líder Portel perder por 2-0 e o Cabrela foi derrotado em casa por 2-4 pelo Atlético de Reguengos.

No rescaldo ao jogo entre Grupo União Sport e Arcoense, e onde o União alcançou a 4ª vitória consecutiva, João Tomás, jogador do Grupo União Sport, referiu que não conseguiram fazer uma 1ª parte ao nível das que efetuaram nos últimos jogos, no entanto, na 2ª parte, embora sem fazer um jogo brilhante, fizeram o que tinha de ser feito que era marcar e ganhar o jogo.
Para o treinador do União, Gonçalo Carapinha, houve mérito do adversário nesta partida, pois conseguiu limitar os pontos fortes do União, mas conseguiram-se os 3 pontos e isso é o mais importante.

RESULTADOS
LIGA ELITE JORNADA 16 22/03

GD Portel 2-0 Escouralense
Juventude Évora B 1-3 Lusitano GC B
Sp. Viana 0-2 Monte Trigo
Redondense 0-1 Estrela FC
GD Cabrela 2-4 At. Reguengos
Grupo União Sport 3-0 Arcoense

Liga AFE Grupo B 13ª jornada 22 março
Alcaçovense 3-1 Aguiar
Cortiçadense 1-2 Arraiolense
Santana do Campo 1-0 Valenças
GD Tourega 0-4 GDS Pedrense
Fazendas do Cortiço 1-1 Foros Vale Figueira

Liga AFE Grupo A 17ª jornada 22 março
São Manços 0-0 At. Reguengos B
GDR Canaviais 3-0 Bencatelense
SB Outeiro 5-2 AD Vera Cruz
Corval 1-5 CF Estremoz
Oriolenses 0-1 Borbense

Exposição Estremoz nas invasões francesas patente no Bernardim Ribeiro

O Teatro Bernardim Ribeiro recebe, até 23 de agosto, a exposição “𝐄𝐬𝐭𝐫𝐞𝐦𝐨𝐳 𝐧𝐚𝐬 𝐈𝐧𝐯𝐚𝐬𝐨̃𝐞𝐬 𝐅𝐫𝐚𝐧𝐜𝐞𝐬𝐚𝐬”.

A mostra destaca episódios marcantes das invasões napoleónicas em Estremoz, revelando figuras, acontecimentos e impactos na vila, bem como o papel dos edifícios religiosos e a ajuda britânica na expulsão dos invasores.

A exposição integra o projeto expositivo anual do Arquivo Municipal.

Variante de Montemor-o-Novo volta a ser prioridade para reduzir tráfego pesado

A Avenida Gago Coutinho, ponto crítico onde confluem várias estradas nacionais em Montemor-o-Novo, continua a ser uma preocupação para as autoridades locais devido ao trânsito intenso e à segurança rodoviária. Passam diariamente pelo local mais de 11 mil veículos, incluindo cerca de 2.000 pesados, alguns transportando matérias perigosas.

O município tem vindo a propor soluções há décadas, mas até agora não houve resposta dos governos sucessivos. Entre as propostas está a construção de uma variante a Montemor-o-Novo, pensada para desviar principalmente o trânsito pesado, mas que também poderia aliviar o trânsito ligeiro que atravessa a cidade.

À Rádio Nova Antena, Carlos Pinto de Sá, presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Novo, referiu que “fui o primeiro, quando estive aqui noutros mandatos, a avançar com propostas. A primeira proposta que fizemos e definimos no Plano Diretor Municipal na altura foi construir uma variante a Montemor, variante essa que na altura se aproximava do que era ainda o projeto da autoestrada e que acompanharia esses projetos e que estaria dedicada sobretudo a trânsito pesado, mas que também pode desviar trânsito ligeiro, que é aquele trânsito que se limita a passar por Montemor. Depois, com a construção da autoestrada, voltámos a insistir na variante, mas propusemos que houvesse uma alternativa de utilizar os dois pontos de acesso à autoestrada que temos a oeste e a leste da cidade para, pelo menos, desviar algum do trânsito pesado”.

“Aquilo que eu conheço da resposta do atual governo, com quem ainda não tive oportunidade de falar sobre esta matéria, é que não está muito virado para a construção da variante, em primeiro lugar, que era aquilo que resolveria boa parte do problema, ou para chegar a um acordo no sentido de podermos levar o transporte para a autoestrada, o que significaria também aqui um acordo com a Brisa, uma vez que a Brisa tem a concessão da autoestrada. Vamos continuar a insistir. Mas para além disso, entendemos que o município pode e tem que fazer uma intervenção nesta avenida, dentro daquilo que são as suas possibilidades, dentro daquilo que a IP, a Infraestruturas de Portugal permitir, uma vez que esta avenida está sob a responsabilidade da Infraestruturas de Portugal. Mas eu julgo que podemos e devemos, e estamos desde já a trabalhar, a possibilidade de intervir nos passeios, intervir, em algumas zonas de circulação, parte de estacionamento, deixar esta confusão entre estacionamento e passeio, ou seja, criar melhores condições de segurança, que minimizarão os problemas, mas não irão resolvê-los. Portanto, vamos continuar a bater-nos para que haja uma solução definitiva para este problema”, concluiu.