Juventude Popular desafia dirigentes e militantes a voluntariado com idosos em isolamento pelo COVID-19

FranciscoMotaA Juventude Popular desafiou os seus dirigentes e militantes a participar em ações de voluntariado com vista a ajudar pessoas idosas. Para Francisco Mota, “nesta altura de emergência nacional, como a que vivemos, estamos cientes das dificuldades
daqueles que, em virtude da sua condição (pobreza, velhice ou doença) estão
duplamente mais expostos aos riscos que este novo desafio comporta. Cabe-nos,
portanto, como atores políticos que somos, reafirmar o nosso compromisso para com
os mais vulneráveis através do exercício de cidadania que propomos, num verdadeiro
ato de patriotismo”.
De acordo com o presidente da JP, Francisco Mota, “a Juventude Popular é
uma organização de cariz personalista e humanista, que reconhece a importância do
voluntariado, pela sua actividade intrínseca ao exercício de cidadania que se traduz
numa relação solidária para com o próximo, participando, de forma livre e organizada,
na solução dos problemas que afectam a sociedade em geral”.
O objetivo é “dar um contributo para a mitigação das necessidades” propondo a
criação de uma rede de voluntariado da JP aberto da toda a sociedade civil. O jovens
são desafiados a dar “apoio aos mais diversos agentes de solidariedade social:
IPSS’s, Bancos de Voluntariado, ONG’s, bem como, autarquias locais, municípios e os
demais agentes da sociedade civil, auxiliando na compra de bens alimentares,

medicamentos e recolha de lixo”, afirma Francisco Mota. “Pretendemos ser um
instrumento ao serviço das instituições e das comunidades”, reforçou o jovem
centrista.
O líder dos Jovens do CDS realça ainda que, “os promotores dos apoios
devem garantir aos voluntários, material de protecção individual (máscaras, fatos,
luvas e gel desinfetante)”, aconselha ainda a “manter sempre a mesma rede de
apoios, para que o historial fique sempre registado na pandemia”. Relativamente aos
voluntários, Mota apela que devem “demostrar a sua disponibilidade; obedecer,
sempre, a uma orientação técnica superior, não existindo iniciativas avulsas da JP, de
forma a garantir uma acção concertada e segura para todos os pares”.
Por fim, “pretendemos, voluntariamente, cumprindo os princípios da
solidariedade, da participação, da cooperação, da complementaridade e da
responsabilidade, amenizar os dias de isolamento e inquietação vividos em virtude
desta circunstância inesperada para todos nós”. “Por ti. Por nós. Por Portugal.
Sejamos solidários na esperança, na certeza que juntos venceremos”, remata.

Neste momento o projecto da Juventude Popular já se encontra no terreno com
dezenas de jovens evolvidos em Braga, Évora, Porto, Castelo Branco, Lisboa,
Madeira, Felgueiras, Póvoa de Varzim, Montemor e Cascais. Contudo já existem
outras estruturas concelhias a iniciar o processo junto das suas comunidades.