ASPIG alerta para o erro que foi a extinção da Brigada de Trânsito

A Associação Sócio-Profissional Independente da Guarda Nacional Republicana (ASPIG) tem vindo a alertar para o erro que foi a extinção da Brigada de Trânsito da GNR (BT) a 1 de janeiro de 2009.

A ASPIG tem alertado para o aumento da sinistralidade rodoviária e para os parâmetros de sinistralidade, definidos pela União Europeia, que deveriam ser atingidos, no entanto, tal não se verifica com a extinção da Brigada de Trânsito, de onde derivou a Unidade Nacional de Trânsito, que tem poucos meios efetivos.

As principais diferenças entre a Brigada de Trânsito que existia anteriormente e a Unidade Nacional de Trânsito são “a quantidade de militares e o facto de antes existir um gabinete de estudos e ordenamento de trânsito, que atualmente não existe”, tal como explicou José Alho, presidente da Assembleia Geral da ASPIG.

José Alho refere que ” tem vindo a notar uma desmotivação no ingresso para cursos de trânsito, o que leva a que cada vez existam menos patrulhas nos distritos.”

A unidade de trânsito tem os serviços administrativos em Lisboa e destacamento no Porto, com poucos elementos, “sendo necessário uma unidade alargada de trânsito que cobrisse o território nacional”, como destacou José Alho, presidente da Assembleia Geral da ASPIG.

De recordar que a ASPIG tem vindo a alertar o Governo para que se reative a Brigada de Trânsito, mas até à data ainda não foi feita qualquer alteração.