Operadores de emergência querem carreira própria

CDOS-300x200Os operadores das salas de gestão de emergências dos comandos distritais e nacional da proteção civil exigem o reconhecimento da sua carreira, não aceitando, no processo de integração de precários, ser colocados como assistentes técnicos.

Segundo Sérgio Carvalho, presidente do Sindicato Nacional dos Bombeiros Profissionais, “esta integração como precários do Estado vai fazer com que muitos destes profissionais sofram cortes de quase 50 por cento no seu vencimento”.

O presidente do sindicato refere que “estes profissionais são encostados à parede e obrigados a assinar esta proposta uma vez que se passarem para a supervisão da Escola Nacional de Bombeiros, muitos deles acabam por ser despedidos por extinção do posto de trabalho”.

Sérgio Carvalho destaca ainda a formação dos operadores das salas de gestão de emergências e a sua importância “na manutenção da Proteção Civil”.

As salas de gestão de emergência da proteção civil são constituídas por 3 níveis de responsabilidade permanente, com funções bem distintas entre eles, desde o operador da sala de gestão de emergências ao chefe de sala passando pelo chefe de equipa.

Foto: Vida de Bombeiro