Vivercor – Corabitando na Ruinha foi apresentado este sábado

Apresentacao_vivercor_ruinha_1Teve lugar na tarde de hoje a apresentação do projeto de intervenção artística “Vivercor – Corabitando na Ruinha” da autoria de Verónica Conte, com o apoio das Oficinas do Convento.

Veja aqui a Foto Reportagem

A sessão, no auditório da União de Freguesias da Vila, Bispo e Silveiras tinha como objetivo dar a conhecer o projeto aos moradores da rua que vai ser intervencionada na cidade de Montemor-o-Novo, no caso a Ruinha, uma das ruas mais emblemáticas da cidade.

A ideia é, à semelhança do que foi feito na aldeia de S. Cristóvão, pintar as fachadas das casas com desenhos e palavras, tendo como inspiração expressões locais, ditos, memórias, poemas, objetos pessoais, esquemas de bordados, rendas e muito colorido.

À reportagem da Rádio Nova Antena, Verónica Conte, mentora do projeto não se mostrou surpreendida com a fraca adesão a esta sessão por parte dos moradores da Ruinha e disse “eu gostava de ver aqui mais gente, não sei se esperava ver aqui mais gente mas estas ações são longas, são processos longos, é expectável ser assim”.apresentacao_vivercor_ruinha_3

O próximo passo para chegar até às pessoas passa pela realização de uma intervenção numa habitação em ruína naquela rua que irá servir de protótipo.

Segundo Tiago Fróis, presidente das Oficinas do Convento, o projeto foi acolhido desde o início “com bastante receptividade”.

A nossa reportagem falou também com dois participantes na intervenção Vivercor que teve lugar na aldeia de S. Cristóvão, que quiseram partilhar o seu testemunho.

Sérgio Chorado foi um dos primeiros participantes a aderir à intervenção decorrida em S. Cristóvão. Segundo ele “Montemor só tem a ganhar com este projeto”.

Eduarda Marques também viu a sua habitação em S. Cristóvão intervencionada e garante “achei uma ideia muito interessante e resolvi logo participar e como comecei a falar com a Verónica e a perceber mais ou menos o sentido da coisa aderi imediatamente”.   

A iniciativa conta com o apoio da União de Freguesias da Vila, Bispo e Silveiras. Segundo o presidente, António Danado, este foi um projeto que “desde logo aceitámos e acolhemos de braços abertos”.

António Danado mostrou-se optimista em relação à aceitação dos moradores da Ruinha e apelou à participação de todos.