Avaliações feitas de forma ilegítima, deficiências na documentação apresentada, fiscalização insuficiente e um vazio legal ao abrigo do qual são cobrados juros de forma indevida são alguns dos problemas das casas de penhores.
O alerta parte de um estudo efetuado pela DECO Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor.
A DECO aconselha os consumidores a evitarem a todo o custo finaciamentos por via das casas de penhores. Este deve servir apenas como último recurso e nesses casos a DECO recomenda muita atenção aos valores de avaliação muito altos ou muito baixos e aconselha os consumidores a visitar mais do que um estabelecimento e a comparar valores.