GUS perde em Lisboa e está fora da Taça

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O GUS Futsal deslocou-se este sábado a Sacavém para disputar a 1ª eliminatória da Taça de Portugal e que agradável foi ver, em Lisboa, cerca de 20 adeptos unionistas. Com ausências importantes como Direitinho e Maradona, com Tó Cunha a ir a jogo, depois de dormir apenas duas horas e conseguindo “escapar” ao trabalho, ajudando assim a equipa após o impedimento de última hora de Direitinho e tendo pela frente o Fonsecas e Calçada (Campeão, vencedor da Taça e Supertaça de Lisboa). O GUS fez pela vida e entrou oficialmente em competição em jogos a nível nacional.

A derrota por 5-1 é um facto, no entanto, o GUS mostrou muita raça, conseguindo a espaços jogar bem e mostrar que pode fazer coisas boas no campeonato.

O jogo começou com o golo do F. Calçada que, aos 20 segundos, aproveitavam um erro para inaugurar o marcador. Com o GUS nervoso e sem conseguir jogar, o adversário tomou conta das operações e chegou ao 2-0, desperdiçando algumas ocasiões e vendo o guarda-redes Pedro Morais, fazer uma magnífica exibição na baliza do GUS. Quanto aos Alvi negros apenas por 3 ou 4 vezes importunaram o GR contrário.

No 2º tempo tudo foi diferente, com o União a “perder o medo” e a colocar em campo mais qualidade de jogo. Ainda assim, o F.Calçada aumentou para 3-0 a abrir e o União respondeu começando a trabalhar a bola, pressionando mais alto e importunando mais o GR adversário. Vítor reduz para 3-1 e o União foi à procura de mais golos subindo definitivamente as suas linhas, em pressão alta e arriscando tudo. No entanto, aproveitando isso mesmo, os Lisboetas matam o jogo com o 4-1, fruto de uma saída de pressão (de laboratório) selando por fim o jogo com o 5-1, a um minuto do final.

Num jogo, onde a superioridade do adversário não pode ser posta em causa de forma alguma, e onde a vitória é mais do que justa, fica a ideia de que o União, libertando-se do “respeito” em demasia pelos adversários, como fez no 2º tempo, pode aqui e ali, surpreender e lutar cara a cara com qualquer equipa.

Crónica de Pedro Pereira (Treinador GUS Futsal)